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Autor(a) - Ivan Horcaio

20-05-2021 18h26

Ainda dá tempo!!!

Estamos a menos de um mês da primeira etapa do Exame XXXII e o examinando sempre se questiona se está preparado ou não. O momento agora é de reflexão sobre quais são seus pontos fortes e fracos. É preciso ter  sensatez! Mensurar o que tem mais facilidade e o que tem mais dificuldade.

Assim faça dois questionamentos a si mesmo. Duas perguntas:

Primeira: aquilo que sei, meus pontos fortes, são suficientes para assegurar ao menos 48 acertos, ou seja 60% das perguntas? (lembre-se, há a necessidade de “apenas” 50% de acerto).

Mas porque 48 acertos  já que para passar é preciso de apenas40 acertos?

Simplesmente porque há uma margem de erro, uma “gordurinha” que você pode queimar, ou melhor, possuir uma margem de segurança.

Aquele examinando que ao longo de toda preparação, quando realizando nossos simulados, obteve um índice de acerto perto de 60%, em uma análise fria e numérica, certamente corre menos riscos que aquele que tem um índice de acerto de 50 % nos simulados.

Porém o que fazer se acertou 60% ou 50% das questões?

A partir daí deve-se partir para a segunda pergunta:

Segunda: Devo priorizar, reforçando, a matéria que mais sei, ou devo estudar mais aquilo que não sou tão bom?

Para essa pergunta há duas respostas, primeiro aquela para o examinando com uma média de acertos em torno de 60% que poderá optar em reforçar o que sabre, revisando tudo o que foi visto, ou poderá buscar uma vantagem, tentando “engordar” ainda mais, estudando em cima de seus pontos fracos.

Já para aquele que durante o período de estudo, quando realizou os nossos simulados, teve uma média de acerto em torno de 50% (37 a 43) questões, é recomendável que priorize os estudo de disciplinas que não foi tão bom, ou seja, o estudo dos pontos fracos.

Isso porque apenas reforçar o que já se sabe não irá alterar muito sua pontuação final modificando o resultado, o importante é tentar aumentar o índice de acertos, por essa razão deverá estudar aquelas disciplinas onde há um grande número de erros, que certamente serão convertidos em respostas certas, aumentando a sua probabilidade de sucesso no exame.

Atenção: o conteúdo desta publicação, bem como as ideias apresentadas, não representam necessariamente a opinião desta coluna, sendo de inteira responsabilidade de seu autor.


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Ivan Horcaio

Advogado. Autor de várias obras jurídica, notadamente de dicionários jurídicos, e também nas áreas de concursos públicos e Exame de Ordem. Foi editor chefe de conhecida editora jurídica, tento trabalhado na elaboração, edição e publicação de dezenas obras, sendo o organizador do vade mecum dessa editora por seis anos. Diretor de conteúdo do site Vade Mecum Brasil.




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